By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: R7 – Imagem: Divulgação
Michael Phelps não se cansa de subir ao lugar mais alto do pódio nos
Jogos Olímpicos Rio 2016. Na noite desta quinta-feira (11), o
norte-americano venceu os 200m medley, com o tempo de 1min54s66, e
conquistou sua quarta medalha de ouro na atual edição, a 22ª dourada na
carreira. Kosuke Hagino, do Japão, ficou com a prata, e Shun Wang, da
China, com o bronze.
A superioridade do norte-americano na prova foi tanta que, ao bater a mão e confirmar a vitória, Phelps ainda teve tempo de se virar e olhar o telão antes de o segundo colocado chegar.
O brasileiro Thiago Pereira, que chegou para a prova como candidato a uma medalha, chegou a liderar a prova, mas perdeu o fôlego no fim e bateu apenas na sétima colocação.
Antes dos 200m medley, Phelps já havia levado o ouro no 200m borboleta e nos revezamentos 4x100m e 4x200m, sempre com apoio incondicional dos torcedores brasileiros.
Phelps acumula, sozinho, apenas dois ouros a menos do que o Brasil, somando todos os esportes, tem em Olimpíadas até agora.
O nadador, que também tem no currículo duas pratas e dois bronzes olímpicos, pode ficar ainda mais perto da marca verde e amarela se também vencer sua última prova nos Jogos Rio 2016 — a prova dos 100m borboleta.
O Brasil buscará mais uma medalha olímpica na noite desta sexta-feira (12). A disputa será na natação. Bruno Fratus fez o sexto melhor tempo das semifinais dos 50m livres e será o representante brasileiro na decisão.
Fratus, 4º colocado na prova em Londres 2012, fez o tempo de 21s71, empatado com o lituano Simonas Bilis.
A final ainda conta com outros grandes nomes da natação como o francês Florent Manaudou e o ucraniano Andrii Govorov.
"A prova não saiu do jeito que eu queria, é um tempo fraco, mas classificando para a final não tem espaço para ficar de birra", disse o brasileiro após a prova.
Nos 50m livre, Fratus tem duas medalhas de prata em Jogos Pan-Americanos e um bronze, conquistado no Mundial de Kazan, na Rússia, em 2015. Em Olimpíadas, o brasileiro de 27 anos ainda busca a sua primeira medalha.
A corredora búlgara Silvia Danekova testou positivo para uma substância proibida e foi temporariamente suspensa, à espera do teste da sua amostra B, disseram à Reuters duas fontes familiares com o caso nesta quinta-feira.
A atleta de 33 anos, que estava prevista para competir nos 3.000 metros com obstáculos, testou positivo num controle de doping realizado no Rio poucos dias depois da sua chegada ao Brasil em 26 de julho, afirmaram as fontes, um dia antes da programação de atletismo começar.
Segundo as mesmas fontes, Silvia Danekova, que disputou a prova nos Jogos de Londres 2012, mas não passou das baterias iniciais, usou a proibida eritropoietina, substância que melhora o desempenho.
Silvia Danekova e o seu treinador Rumen Angelov não estavam imediatamente disponíveis para comentar a informação.
“Infelizmente nós temos um teste positivo”, disse o secretário-geral do Comitê Olímpico Búlgaro, Belcho Goranov, à imprensa local, sem dar o nome de quem havia testado positivo.
"Esperamos a abertura do teste da amostra B.”
O atletismo da Bulgária tem sido atingido por uma série de infrações de doping recentemente, e a sua equipe de levantamento de peso foi banida dos Jogos do Rio por doping.
A Arena do Futuro, palco dos jogos handebol da Rio 2016, ficou pequena para a vibração da torcida brasileira na vitória do Brasil sobre a Alemanha, atual número 1 do ranking mundial e campeã europeia, por 33 a 30.
A energia da torcida, que lotou os 12 mil lugares do ginásio, contagiou o time brasileiro, que buscou forças para virar o placar no último lance do primeiro tempo e se manter à frente do time alemão durante a segunda etapa.
Com oito gols, o ponta Fabio Chiuffa foi um destaques do Brasil, ao lado dos armadores Haniel Langaro, que fez quatro, Thiagus dos Santos, cinco vezes, e Guilherme de Toledo, que balançou as redes alemãs em três ocasiões. O goleiro Maik dos Santos, com grandes defesas, conseguiu parar em várias momentos o poderoso ataque alemão.
Com duas vitórias e uma derrota, o Brasil está muito próximo de se classificar pela primeira vez na história dos jogos olímpicos. No próximo sábado (13), às 16h40, a seleção brasileira volta à quadra contra a Egito.
A superioridade do norte-americano na prova foi tanta que, ao bater a mão e confirmar a vitória, Phelps ainda teve tempo de se virar e olhar o telão antes de o segundo colocado chegar.
O brasileiro Thiago Pereira, que chegou para a prova como candidato a uma medalha, chegou a liderar a prova, mas perdeu o fôlego no fim e bateu apenas na sétima colocação.
Antes dos 200m medley, Phelps já havia levado o ouro no 200m borboleta e nos revezamentos 4x100m e 4x200m, sempre com apoio incondicional dos torcedores brasileiros.
Phelps acumula, sozinho, apenas dois ouros a menos do que o Brasil, somando todos os esportes, tem em Olimpíadas até agora.
O nadador, que também tem no currículo duas pratas e dois bronzes olímpicos, pode ficar ainda mais perto da marca verde e amarela se também vencer sua última prova nos Jogos Rio 2016 — a prova dos 100m borboleta.
O Brasil buscará mais uma medalha olímpica na noite desta sexta-feira (12). A disputa será na natação. Bruno Fratus fez o sexto melhor tempo das semifinais dos 50m livres e será o representante brasileiro na decisão.
Fratus, 4º colocado na prova em Londres 2012, fez o tempo de 21s71, empatado com o lituano Simonas Bilis.
A final ainda conta com outros grandes nomes da natação como o francês Florent Manaudou e o ucraniano Andrii Govorov.
"A prova não saiu do jeito que eu queria, é um tempo fraco, mas classificando para a final não tem espaço para ficar de birra", disse o brasileiro após a prova.
Nos 50m livre, Fratus tem duas medalhas de prata em Jogos Pan-Americanos e um bronze, conquistado no Mundial de Kazan, na Rússia, em 2015. Em Olimpíadas, o brasileiro de 27 anos ainda busca a sua primeira medalha.
A corredora búlgara Silvia Danekova testou positivo para uma substância proibida e foi temporariamente suspensa, à espera do teste da sua amostra B, disseram à Reuters duas fontes familiares com o caso nesta quinta-feira.
A atleta de 33 anos, que estava prevista para competir nos 3.000 metros com obstáculos, testou positivo num controle de doping realizado no Rio poucos dias depois da sua chegada ao Brasil em 26 de julho, afirmaram as fontes, um dia antes da programação de atletismo começar.
Segundo as mesmas fontes, Silvia Danekova, que disputou a prova nos Jogos de Londres 2012, mas não passou das baterias iniciais, usou a proibida eritropoietina, substância que melhora o desempenho.
Silvia Danekova e o seu treinador Rumen Angelov não estavam imediatamente disponíveis para comentar a informação.
“Infelizmente nós temos um teste positivo”, disse o secretário-geral do Comitê Olímpico Búlgaro, Belcho Goranov, à imprensa local, sem dar o nome de quem havia testado positivo.
"Esperamos a abertura do teste da amostra B.”
O atletismo da Bulgária tem sido atingido por uma série de infrações de doping recentemente, e a sua equipe de levantamento de peso foi banida dos Jogos do Rio por doping.
A Arena do Futuro, palco dos jogos handebol da Rio 2016, ficou pequena para a vibração da torcida brasileira na vitória do Brasil sobre a Alemanha, atual número 1 do ranking mundial e campeã europeia, por 33 a 30.
A energia da torcida, que lotou os 12 mil lugares do ginásio, contagiou o time brasileiro, que buscou forças para virar o placar no último lance do primeiro tempo e se manter à frente do time alemão durante a segunda etapa.
Com oito gols, o ponta Fabio Chiuffa foi um destaques do Brasil, ao lado dos armadores Haniel Langaro, que fez quatro, Thiagus dos Santos, cinco vezes, e Guilherme de Toledo, que balançou as redes alemãs em três ocasiões. O goleiro Maik dos Santos, com grandes defesas, conseguiu parar em várias momentos o poderoso ataque alemão.
Com duas vitórias e uma derrota, o Brasil está muito próximo de se classificar pela primeira vez na história dos jogos olímpicos. No próximo sábado (13), às 16h40, a seleção brasileira volta à quadra contra a Egito.
A judoca brasileira Mayra Aguiar conquistou na tarde desta quinta-feira (11) a terceira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos. Ela faturou o bronze na categoria até 78 kg, repetindo o desempenho de Londres 2012.
A medalha veio com uma vitória contra a cubana Yalennis Castillo por um yuko, a pontuação mínima.
Campeã mundial de 2014, Mayra foi derrotada na semifinal pela francesa Audrey Tcheumeo. A derrota veio por dois shidos (advertência), semq ue nenhuma atleta conseguisse aplicar um golpe.
Após faturar o bronze, ela disse à reportagem da TV Record que demorou para entrar na luta com a francesa.
— Fiquei pensando na pegada dela. Eu fiquei só pensando naquilo. Tem que entrar antes na luta.
Apesar disso, ela se diz contente com seu desempenho nos Jogos.
— Eu saio com um sentimento feliz. É uma medalha olímpica e isso vai marcar muito para mim.
Pela manhã a brasileira havia passado pela alemã Luise Malzahn nas quartas de final, vencendo graças a uma punição de shido imposta à adversária. Ela também derrotou a australiana Miranda Giambelli com uma imobilização.
Com um ouro e um bronze, o judô brasileiro está cada vez mais longe de alcançar seu objetivo no Rio, que é o de superar as quatro medalhas de Londres 2012, uma de ouro e três de bronze. Houve frustração com as derrotas precoces dos medalhistas olímpicos Sarah Menezes, Tiago Camilo e Felipe Kitadai.
O Brasil agora soma um ouro, uma prata e um bronze no quadro de medalhas da Rio 2016.
O basquete masculino do Brasil entrou em quadra nesta quinta-feira (11) com o pensamento de que poderia vencer qualquer adversário pelo que já aconteceu nestes Jogos Olímpicos. A história, no entanto, teve contornos parecidos, mas acabou diferente na Arena Carioca 1. O time perdeu para a Croácia por 80 a 76 (41 a 31 no intervalo). O pivô Bojan Bogdanovich foi o cestinha com 33 pontos.
A vitória deixaria qualquer um dos times em situação confortável na chave, disparada a mais equilibrada da competição. Brasil e Croácia chegaram para a partida cada um com uma vitória (sobre a Espanha) e uma derrota (para Lituânia e Argentina, respectivamente).
De olho em repetir o sucesso da última terça, o técnico Ruben Magnano levou à quadra a mesma equipe que havia vencido a esquadra espanhola. Marcelinho, Leandrinho, Marquinhos, Augusto Lima e Nenê começaram bem, mas relaxaram demais e perderam o primeiro quarto por dois pontos de diferença.
A Croácia tem aquele típico time enganoso. Com apenas três jogadores na NBA (Bojan Bogdanovich, Mario Hezonja e Dario Saric) contra cinco do Brasil por exemplo (Marcelinho, Raulzinho, Leandrinho, Felício e Nenê) pouca gente apostava em dificuldade para os donos da casa. Com a bola no ar, não foi bem assim. As bolas de três pontos dos croatas se mostraram matadoras ao longo de toda a partida.
A situação foi se complicando já no segundo quarto, quando os adversários terminaram com dez pontos de vantagem. A torcida ficou tímida, mas não deixou de incentivar, principalmente, após Nenê, que tem histórico de vaia por aqui, perder um lance livre depois de alguns erros sucessivos. A química entre arquibancadas e jogadores reapareceu com a entrada de Benite. O ex-jogador do Flamengo se aproveitou de uma cesta e falta, uma bola de três e a boa marcação para ouvir a estreia do grito “uh defesa, uh defesa”.
Do jogo contra a Espanha, sobrou a mesma garra e vontade até o final e isso animava a Arena Carioca 1. Augusto Lima e Nenê levantaram a torcida com suas enterradas e Marcelinho calibrou a mão. Ainda assim, o time andou perdendo arremessos decisivos e o relógio foi então o pior inimigo. Para piorar, o armador Saric e o pivô Bogdanovich estavam inspirados.
A três minutos do fim, a diferença estava em apenas três pontos e o Brasil desperdiçou um importante ataque. No lance seguinte, a Croácia, claro, acertou mais uma bola de três com Bogdanovich e silenciou o ginásio. Os anfitriões ainda enconstaram mais algumas vezes, Marquinhos, salvador na última partida, veio para o jogo, mas não deu.
Agora, a seleção brasileira, do técnico argentino Ruben Magnano, enfrenta a própria a seleção argentina no sábado, (13), de novo às 14h15, também na Arena Carioca 1. As duas equipes já se encontraram na última edição dos Jogos Olímpicos. Na ocasião, os hermanos levaram a melhor, nas quartas de final.
Único tenista brasileiro no torneio de simples da Rio 2016, Thomaz Bellucci segue vivo na busca pela inédita medalha olímpico. No começo da tarde desta quinta-feira (11), venceu o belga David Goffin, número 13 do mundo, por dois 2 a 0 e está classificado para as quartas de final, onde irá enfrentar o espanhol Rafael Nadal.
O primeiro set da partida foi disputado intensamente. Após sofrer uma quebra, Bellucci foi para o nono game pressionado. Com o adversário sacando para vencer o set, o brasileiro precisava de uma quebra para levar a partida para o tie-break. Empurrado pela torcida, o brasileiro fez ótimo game e venceu em um erro de Goffin, deixando o set empatado em 5 a 5.
Após ambos confirmarem os respectivos serviços, o último game contou com ares dramáticos. Goffin chegou a ter um set point, quando vencia por 6 a 5, mas sofreu a virada de Bellucci. Após isso, os atletas passaram a “trocar pontos”, até que o brasileiro conseguiu vencer por 12 a 10, fechando o primeiro set.
Assim como no primeiro set, o segundo seguiu foi bastante disputado. Bellucci e Goffin confirmaram seus serviços até o sexto game, quando o set marcava 3 a 3. Com o saque a seu favor, o belga tinha a chance de retomar a liderança. No entanto, não teve boa performance e sofreu a quebra. Com 4 a 3 a seu favor, Bellucci confirmou o serviço no game seguinte e abriu 5 a 3 no segundo set. O brasileiro, que estava a um game de vencer a partida, não conseguiu quebrar o saque do belga, mas confirmou o seu logo em seguida, fechando o set em 6 a 4.
Com a vitória, Thomaz Bellucci entra para a história – ao lado de Guga, que chegou às quartas de final em Sidney 2000 –, como a melhor campanha de um tenista brasileiro nos Jogos Olímpicos. Agora, o brasileiro vai enfrentar ninguém menos do que Rafael Nadal, um dos maiores da história do Tênis.
Além do torneio de simples, o Brasil ainda tem chance de outra medalha no Tênis. Nas duplas mistas, Teliana Pareira e Marcelo Melo enfrentam a dupla francesa Caroline Garcia e Nicolas Nahut. O confronto, que estava marcado para as 16 horas desta quinta-feira (11), foi adiado e ainda não tem data para acontecer.
Os brasileiros Charles Correa e Anderson Oliveira, da canoagem slalom modalidade dupla, se despediram nesta quinta-feira (11) da Olimpíada do Rio.
A dupla completou a prova em 116s49, perdendo a vaga na final.
Com 107s93, a dupla alemã Franz Anton e Jan Benzien liderou a disputa, seguida dos tchecos Jonas Kaspar e Marek Sindler, com 108s09
As brasileiras Larissa e Talita voltaram à arena do vôlei de praia na manhã desta quinta-feira (11) e não deram chance para as polonesas Kinga Kolosinska e Monika Brzostek.
Sem dificuldades, a dupla brasileira venceu a partida por 2 sets 0 (21 a 10/21 a 15) e seguem para as oitavas de final da competição sem perder nenhum set.
Favoritas ao ouro, Larissa e Talita venceram os dois primeiros jogos também por 2 a 0. Elas encararam a dupla russa Ekaterina Birlova e Evgenia Ukolova e as norte-americanas Lauren Fendrick e Brooke Swea.
Agora, a dupla do Brasil aguardo o resultado das repescagens para saber quem vai enfrentar na próxima fase do torneio
Na chave do vôlei de praia, o Brasil ainda conta com a dupla Agatha e Barbara de Freitas. Com duas vitórias e uma derrota, elas passaram para a próxima fase em segundo lugar no grupo B da competição.
As brasileiras do vôlei de quadra seguem firme na busca pelo tricampeonato olímpico. Nesta quarta-feira (10), o time enfrentou o Japão e não deu chances para as orientais. O Brasil chegou à terceira vitória na competição ao fechar a partida por 3 sets a 0 (25 a 18//25 a 18/25 a 22).
No início do primeiro set, as japonesas perseguiram as atletas brasileiras até o placar marcar 13 a 13. A partir deste momento, a seleção treinada por José Roberto Guimarães pontuou quatro vezes seguidas e não viu as japonesas encostarem mais no set.
Com os mesmos 22 minutos de duração em relação à primeira parcial da partida, as brasileiras também não tiveram dificuldade para fechar o segundo set pelos mesmos 25 a 18.
O terceiro set foi mais disputado. As japonesas não deram chance para as brasileiras abrirem vantagem no placar e chagaram a empatar o jogo em 18 a 18. A meninas do Brasil, no entanto, não se abalaram e fecharam a partida em 3 a 0 com o placar de 25 a 22 no set.
Neymar finalmente mostrou com a camisa da seleção olímpica um pouco do futebol que se espera dele nesta quarta-feira (10), diante da Dinamarca, na Arena Fonte Nova, em Salvador e, apesar de não ter marcado gol, ajudou seus companheiros no triunfo por 4 a 0, que garantiu a classificação à próxima fase da Rio 2016 com a primeira colocação do Grupo A.
Seus companheiros de ataque — o santista Gabigol (dois gols) e o palmeirense Gabriel Jesus — desencantaram e ajudaram a construir a vitória. Luan, na etapa final, também fez o seu.
A partida contra o time europeu começou tensa, com o Brasil sentindo o peso de ser obrigado a vencer. Gabriel Jesus, nervoso, perdia chances claras de gol, enquanto Neymar, como fez nas duas primeiras partidas do torneio, abusava da individualidade e, com isso, atrapalhava a criação das jogadas ofensivas da equipe.
O peso começou a diminuir quando, aos 26, após erros sequenciais de Neymar e Gabriel Jesus, a bola chegou a Gabigol, e o santista, com tranquilidade, colocou para as redes: 1 a 0. Antes da descida para os vestiários, Gabriel Jesus teve outra chance e, desta vez, não perdoou, marcando o segundo e desabando em lágrimas na comemoração.
A seleção voltou mais leve para a etapa final e com Neymar inspirado, chamando o jogo e cobrando aplausos da torcida a cada lance ofensivo da equipe.
Logo aos cinco minutos, o gremista Luan, que teve a primeira chance como titular na vaga de Felipe Anderson, aproveitou bom cruzamento de Douglas Santos e ampliou: 3 a 0.
Rogério Micale mexeu no time, mas o bom nível se manteve até Gabigol marcar o segundo e sacramentar a goleada em 4 a 0: vaga garantida e pazes com a torcida brasileira, novamente esperançosa na conquista do inédito ouro.
O time volta a campo no próximo sábado (13), às 22h (de Brasília), para encarar a perigosa Colômbia, no Itaquerão, casa do Corinthians. Livre de suspensão, o meio-campista Thiago Maia, do Santos, pode voltar no lugar de Wallace.
Adeus duplo - No outro jogo da chave, a África do Sul saiu na frente do Iraque, mas cedeu o empate. Com o resultado, as duas seleções deram adeus aos Jogos, e a segunda vaga ficou com a Dinamarca.
Em decisão dividida, o pugilista brasileiro Robenilson de Jesus, 28 anos, venceu hoje (10) o argelino Fahem Hammachi, 24 anos, na categoria peso galo, até 56 quilos, nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Com a vitória, Robenilson passa para as oitavas de final da categoria e enfrenta, no domingo, às 12h15, o norte-americano Shakur Stevenson.
Mais agressivo, Robenilson lutou melhor o primeiro round. Em desvantagem, o argelino mostrou mais intensidade no segundo assalto.
Mostrando mais tranquilidade, o brasileiro foi melhor último round e venceu a luta.
Confira aqui o quadro de medalhas.
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