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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Divulgação Batizado de “Brasil Contra o Crime Organizado”, o programa se divide em quatro eixos:
Asfixia financeira do crime organizado:
Com
operações integradas para desarticular o patrimônio e a lavagem de
dinheiro das organizações criminosas, e acelerar a venda de bens
apreendidos em investigações.
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Com
reforço da vigilância em 138 presídios estaduais, que passarão a ser de
segurança máxima. A instalação de bloqueadores de celular, novos
equipamentos de raio-x, monitoramento eletrônico e criação de um Centro
Nacional de Inteligência Penal para impedir que líderes comandem ações
criminosas de dentro das prisões.
Investigação de homicídios:
Com
ampliação da rede integrada de bancos de perfis genéticos,
investimentos em perícia, modernização de IMLs e análise balística.
E o combate ao tráfico de armas:
Com
a criação da Rede Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Armas,
operações integradas e reforço na fiscalização de fronteiras; além de
investimentos em viaturas, drones e equipamentos táticos.
O secretário nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas, destacou
que o foco é atingir a estrutura financeira e de comunicação das facções
criminosas:
“O crime não está mais só no morro. Ele também está na Faria Lima. Ele
também está no escritório. Ele conseguiu e aprendeu a usar gravata e a
usar CNPJ. E é por isso que nós temos que unir esforços, juntar
informações, e o governo federal é quem mais tem informações para, junto
com os estados, asfixiar financeiramente o crime organizado.
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Porque o
crime organizado, diferente de outros tipos penais, tem um objetivo
muito claro. Ele quer ter lucro, ele quer ter dinheiro. E o dinheiro
retroalimenta o crime, porque o dinheiro é o fim e é o começo”.
O programa prevê investimentos de R$ 11 bilhões – R$ 1 bilhão vem do Orçamento da União e R$ 10 bilhões vêm do BNDES
- , uma linha de crédito para que estados, municípios e o Distrito
Federal possam financiar ações e equipamentos na área de segurança
pública.
Segundo
o governo, a Operação Carbono Oculto, que investiga a infiltração do
crime organizado no setor de combustíveis, foi referência para a
elaboração do plano. A ação foi resultado de uma aliança
operacional entre os governos federal e estaduais, com compartilhamento
de informações e planejamento em conjunto.
A base constitucional para consolidar as ações anunciadas nesta
terça-feira (12) está na PEC da Segurança Pública, enviada ao Congresso
pelo governo em abril de 2025. A proposta sofreu resistências de governadores da oposição. Foi aprovada na Câmara com mudanças e está parada no Senado, sem data para votação.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos, estava na
cerimônia. Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil,
não compareceu.
O presidente Lula disse que apresentou o projeto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada:
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Especialistas em segurança pública consideram que o país está atrasado no combate à violência.
“Essa é uma medida que chega tarde. A gente tem muito o que fazer e não
temos tempo a perder. A segurança pública precisa entrar na pauta
absoluta das agendas de qualquer governo, e a gente viu como essas
medidas não chegaram no momento em que se precisava. Então, melhor que
ela comece agora do que não comece. Mas, efetivamente, as medidas
precisam ser muito mais céleres e a priorização dessa agenda também”,
afirma Melina Risso, diretora de pesquisa do Instituto Igarapé.
Pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada na
segunda-feira (11), mostrou que mais da metade dos brasileiros disse que
mudou de hábitos nos últimos 12 meses por medo da violência.
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“O Brasil não consegue mais esperar. E o medo, hoje, é que dá o tom no
nosso dia a dia, no nosso cotidiano. Seja o medo do golpe, seja o medo
da violência física, ou seja simplesmente de não conseguir viver nos
territórios ocupados pelo crime organizado. Então, a questão principal
é: o projeto existe e precisa ser cobrado que seja colocado em prática”,
diz Renato Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança
Pública.
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