domingo, 22 de fevereiro de 2026

Autor da morte da freira a pauladas em Ivaí foi preso e está a disposição da Justiça

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação
O crime da freira na nossa região em Ivaí, não chocou só a cidade, como todo o país, pela brutalidade, onde um homem invadiu a casa das freiras e matou a pauladas a Irmã 
Nádia Gavanski de 82 anos, neste domingo (21).
Informações preliminares que autor pelo homicídio, foi identificado sendo Marquiano Palhano.
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Com uma ação rápida da Policia Militar, foi possível a sua prisão, que após foi encaminhado para uma delegacia da Policia Civil, sendo a cidade não divulgada, onde a partir de agora está a disposição do Ministério Público.
Informações preliminares, que Marquiano entrou na entidade para realizar um furto, onde acabou com a morte da Irmã Nádia.
A Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada, divulgou uma nota, que você poderá conferir com um resumo abaixo.
Nota da Congregação
A Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada com dor imensa, onde solidariza com familiares, amigos e toda comunidade religiosa que conviveu com a Irmã Nádia, cuja a vida foi dedicada integralmente ao serviço do próximo e à fé.
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Informa a instituição está colaborando plenamente as autoridades para o esclarecimento dos fatos e como a Justiça seja feita.
Pede-se oração conforto aos familiares.
ATUALIZAÇÃO 
Segue abaixo o boletim divulgado pela Polícia Civil:
 A Polícia Civil do Estado do Paraná, por meio da 4ª Central Regional de Flagrantes, informa à imprensa e à população detalhes sobre o homicídio ocorrido na tarde de 21 de fevereiro de 2026, no Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, situado no município de Ivaí/PR.
A vítima era uma religiosa de 82 anos, integrante da congregação residente no convento. Por volta das 13h30, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atendimento de ocorrência de morte no convento. Ao chegarem, constatou-se que a idosa se encontrava caída ao solo, com vestimentas parcialmente retiradas, sinais evidentes de agressão física e sem vida. A equipe do SAMU, que acompanhou a PM, confirmou o óbito.
Uma testemunha, fotógrafa que registrava um evento no convento, foi abordada pelo suspeito logo após a prática do crime. O indivíduo apresentava visível nervosismo, roupas sujas de sangue e arranhões no pescoço. Inicialmente, alegou que trabalharia no convento e que teria encontrado a vítima já caída e desfalecida.
Desconfiando da narrativa, a testemunha registrou de forma discreta parte da interação e solicitou apoio a outros presentes para acionar ambulância e Polícia Militar. Nesse intervalo, o autor deixou o local.
Com base nas filmagens realizadas pela testemunha, o suspeito — de 33 anos e já conhecido das equipes policiais por antecedentes criminais de roubo e furto — foi identificado. Diligências imediatas resultaram na localização dele em sua residência. Ao notar a aproximação da equipe policial, tentou fugir e foi contido após oferecer resistência, com socos e chutes. Questionado na abordagem, admitiu a autoria do crime.
Em delegacia, devidamente informado de seus direitos constitucionais, o autor confirmou a versão inicial. No interrogatório, relatou ter passado a madrugada consumindo crack e bebidas alcoólicas. Na data dos fatos, alegou ter ouvido vozes que o ordenavam matar alguém, razão pela qual pulou o muro do convento já com a intenção de tirar a vida de uma pessoa.
Ao avistar a vítima, esta o questionou sobre sua presença ali, ao que ele respondeu que trabalharia no convento. Percebendo que a religiosa não acreditou na explicação, o autor afirmou tê-la empurrado, fazendo-a cair ao solo, momento em que ela começou a gritar. Declarou ter colocado os dedos da mão direita dentro da boca da vítima, promovendo asfixia. 
Negou ter golpeado diretamente a cabeça dela, embora admita que ferimentos cranianos possam ter ocorrido durante a queda. Negou, ainda, qualquer ato de violência sexual contra a vítima ou intenção de subtrair bens no local.
Ao constatar que a vítima não mais reagia, afastou-se e, em seguida, aproximou-se de frequentadores do convento, reiterando que trabalharia ali e informando ter encontrado a religiosa caída.
Uma das irmãs do convento relatou, em depoimento prestado em delegacia, que a vítima, após o almoço, tinha o hábito de dirigir-se ao local do fato para alimentar galinhas — momento em que o crime teria ocorrido.
O autor foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio qualificado (art. 121, § 2º, do Código Penal), com indícios de qualificadoras como motivo fútil, asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de resistência (art. 329 do Código Penal). Foi encaminhado à Cadeia Pública, onde se encontra à disposição da Justiça.
A circunstância de a vítima apresentar vestimentas parcialmente retiradas pode sugerir a prática de crime sexual (consumado ou tentado), hipótese que será rigorosamente analisada após a conclusão dos laudos periciais.
Até o momento, não há indícios concretos de intenção prévia de subtração de objetos, possibilidade que também permanece sob investigação.
As investigações prosseguem sob responsabilidade da Delegacia titular, visando ao completo esclarecimento dos fatos.
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