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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: YAHOO – Imagem: DivulgaçãoCriminosos assaltaram uma mulher na marginal expressa da Tietê, em
São Paulo, mas devolveram o aparelho celular e o dinheiro roubado via
Pix ao perceberem que a vítima era esposa do líder do Primeiro Comando
da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.
Cynthia
Giglioli Herbas Camacho revelou o ocorrido ao companheiro ao visitá-lo
na prisão, em novembro do ano passado. O vídeo da visita foi divulgado
pelo programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo (14).
Na gravação, Cynthia conta detalhes da abordagem. Quando Marcola
pergunta onde ocorreu o assalto, ela responde: “Na marginal. Via
expressa.
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Era trânsito, parou. Tomei um susto tão grande, demorei uns
segundos para voltar ao normal”.
“Aí devolveram, porque viram o
meu nome, que era o seu nome. Cynthia Giglioli Herbas Camacho. Mandaram
entregar lá no salão”, revelou.
Marcola ri da situação e explica à esposa que ele é muito conhecido na região.
Plano de fuga de Marcola
A Polícia Federal descobriu três planos do Primeiro Comando da Capital (PCC)
para resgatar Marcos Herbas Camacho, conhecido como Marcola, tido como
principal líder da facção criminosa e condenado a 330 anos de prisão.
De
acordo com informações do R7, o grupo elaborou diferentes estratégias
para tentar tirar o criminoso que está em um presídio de segurança
máxima em Porto Velho, Rondônia, desde março.
Os
planos foram elaborados desde o ano passado, definidos pelo próprio
Marcola e intitulados STF, STJ e Suicida. O primeiro consistia na
invasão da cadeia com mais de 100 homens munidos de armas de fogo e
bombas.
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O STJ planejava os sequestros de autoridades e familiares
para negociar a liberação de presos, entre eles, Marcola, enquanto o
Suicida tinha como ponto principal uma rebelião na penitenciária.
Os
investigadores constataram que 95% do plano de fuga estava concluído, e
os envolvidos deveriam passar as estratégias a advogados utilizando
códigos e cifras durante as visitas.
O plano de Marcola era de que a ação acontecesse o mais rápido possível, mas prestadores de serviços em uma penitenciária de Brasília
notaram mudanças de rotina entre os presos e possíveis ameaças à PF, o
que deu início à investigação que culminou na descoberta das
estratégias.
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