sábado, 17 de setembro de 2016

Dia-a-dia da Paralimpíadas 2016



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: GAZETA ESPORTIVA Imagem: Divulgação

 


Na tarde deste sábado, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras venceu o Corinthians por 2 a 0, em Itaquera. No Derby, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB SP) lançou a campanha “Inclusão+”, com a finalidade de dar visibilidade à questão da acessibilidade para pessoas com deficiência.
“A causa ganhou maior destaque este ano por conta das Paralimpíadas no Rio de Janeiro. Criou-se um ambiente para a sociedade ampliar seu conhecimento do tema e discutir e cobrar políticas públicas que favoreçam a acessibilidade e a inclusão. A OAB SP vai dar a sua colaboração difundindo mensagens sobre a necessidade da inclusão de pessoa com deficiência em diferentes áreas do convívio social”, disse Marcos da Costa, presidente da OAB SP.
Com apoio dos clubes, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Federação Paulista de Futebol (FPF), a campanha também será divulgada em jogos do São Paulo e do Santos nas próximas semanas. A ideia é incentivar a sociedade a fazer a sua parte pela inclusão em diferentes campos, da da empregabilidade da pessoa com deficiência ao lazer em espaços públicos.
Há ainda a preocupação de expor a acessibilidade nas escolas e na formação de grade curricular com disciplinas de inclusão social, bem como mais postos públicos de saúde com equipamentos voltados para esse público. A construção e readequação de parques, teatros e cinemas com acessibilidade e o respeito com as vagas reservadas para pessoas com deficiência também estão entre as propostas da campanha da OAB SP.
O ano de 2016 é referência para a causa da acessibilidade e da inclusão não só pelas conquistas nas Paralimpíadas, mas também pela celebração dos dez anos da Declaração dos Direitos da Pessoa com Deficiência pela ONU. No Brasil, entrou em vigor em janeiro a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), depois de longo debate no Congresso Nacional.
Por tudo isso, a secional paulista da Ordem irá comemorar o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência (21/09) com a entrega de láureas de homenagem aos paratletas brasileiros na sede institucional da entidade. Na oportunidade, serão apresentadas as peças da campanha “Inclusão+” para a sociedade.

A Seleção Brasileira masculina de tênis de mesa deu mais uma medalha ao Brasil nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Neste sábado, a equipe formada por Aloísio Lima, Guilherme Marcião da Costa e Iranildo Conceição Espíndola desbancou o time tricampeão paralímpico da Eslováquia por 2 a 1.
A vitória brasileira no confronto veio somente na terceira e última partida, quando Iranildo superou Martin Ludrovsky por 3 sets a 2, com parciais de 11/6, 3/11, 9/11, 11/7 e 11/8, empurrado pela torcida que compareceu em peso e apoiou a todo momento.
No primeiro jogo, de duplas, o Brasil saiu na frente da Eslováquia, com a vitória de Guilherme e Iranildo sobre a dupla eslovaca, formada por Jan Riapos e Rastislav Revucky por 3 sets a 2, com parciais de 9/11, 11/8, 11/6, 4/11 e 11/5.
Na sequência, Guilherme da Costa enfrentou Jan Riapos, número 3 do mundo, no segundo jogo da série, o primeiro individual. O brasileiro chegou a vencer um set, porém acabou derrotado por 3 a 1, com parciais de 11/3, 11/9, 8/11 e 11/9. Mesmo com a derrota de Guilherme, o Brasil venceu o confronto com a vitória de Iranildo sobre Ludrovsky.

O sábado foi histórico para a natação paralímpica brasileira e para Daniel Dias. Na última prova do dia, o time do Brasil ficou com o bronze no revezamento 4x100m medley 34 pontos e Daniel Dias se tornou o maior medalhista da história da natação dos Jogos Paralímpicos entre os homens, com 24 láureas, superando o australiano Matthew Cowdrey, que tem 23 medalhas.
O Brasil abriu a disputa justamente com Daniel, nadando os 100m costas em 1min16s24. Na sequência, Ruan de Souza caiu na água para fazer o nado peito em 1min12s76. Andre Brasil completou o nado borboleta em 57s04 e Phelipe Rodrigues colocou os brasileiros no pódio ao nadar os 100m livre em 51s47. A equipe brasileira fez o tempo total de 4min17s51. O ouro ficou com a China (4min06s44) e a prata com a Ucrânia (4min07s89).
O bronze do Brasil no revezamento 4x100m medley deu a Daniel Dias a 24ª medalha paralímpica de sua carreira. O nadador brasileiro acumula 14 medalhas de ouro, quatro delas no Brasil, sete de prata e três de bronze.
No Rio de Janeiro, Daniel Dias conquistou nove medalhas, Além dos quatro ouros (100m livre S5, 50 livre S5, 50m costas S5 e 200m livre S5), foram três pratas (4x100m livre 34P, 100m peito SB4 e 4x50m livre 20p) e dois bronzes (50m borboleta S5).

O sábado do atletismo brasileiro foi marcado pelas medalhas de prata. Os atletas da equipe do Brasil conquistaram três segundos lugares em três provas diferentes, com Shirlene Coelho no lançamento de disco feminino F37/38, com Petrúcio Ferreira nos 400m rasos masculino T45/46/47 e com Felipe Gomes nos 400m rasos masculino T11.
Porta-bandeira da delegação brasileira na cerimônia de abertura das Paralimpíadas, Shirlene Coelho lançou o disco a 33,91m e só foi superada pela chinesa Na Mi, que alcançou a marca de 37,60m e estabeleceu o novo recorde mundial da modalidade. Esta foi a segunda medalha de Shirlene no Rio de Janeiro, já que a atleta foi ouro no lançamento de dardo.
“Paralimpíadas é a minha vida. Não tenho nem o que falar, é só felicidade. Tantas tentativas e até que enfim, Paralimpíada no Brasil, recorde sul-americano (33,91m), melhorando as marcas, é só felicidade. Primeira mulher a ser porta-bandeira uma cerimônia de abertura, ouro no lançamento de dardo quase batendo recorde mundial, prata fazendo uma marca maravilhosa no lançamento do disco, então os três momentos são especiais”, disse ao canal Sportv após a prova.
Nos 400m rasos T45/46/47 masculino, Petrúcio Ferreira deu uma arrancada sensacional nos metros finais e cruzou a linha de chegada em segundo lugar, com o tempo de 48s87. A medalha de ouro ficou com o cubano Ernesto Blanco (28s79) e o bronze com o austríaco Gunther Matzinger (48s95). O brasileiro comemorou o resultado.
“Uma sensação muito boa, entrei na última reta, nos 100m, atrás de todo mundo. Eu pensava: ‘vou chegar, vou chegar, fui aproximando, consciente do que vinha fazendo, estava pesado nos metros finais, mas deu tudo certo. Por pouco não cheguei em primeiro”, declarou ao Sportv.
A outra prata do atletismo brasileiro ficou o corredor Felipe Gomes nos 400m rasos masculino T11, prova para deficientes visuais. O atleta completou o percurso em 50s38, a melhor marca da carreira. O ouro ficou com o espanhol Gerard Descarrega Puigdevall (50s22) e o bronze com o namibiano Ananias Shikongo (50s63).

Daniel Dias segue fazendo história nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Neste sábado, o nadador brasileiro venceu a disputa dos 100m livre na categoria S5 e ganhou sua 23ª medalha em Jogos Paralímpicos, a 14ª de ouro. Além disso, o atleta igualou o recorde do australiano Matthew Cowdrey com mais medalhas da história da natação paralímpica.
Daniel dominou a prova desde o início e não foi ameaçado em nenhum momento pelos concorrentes. O brasileiro completou as duas voltas na piscina com o tempo 1min10s11, quatro segundos à frente do segundo colocado, o norte-americano Roy Perkins, que fez o tempo de 1min14s55. O bronze ficou com o britânico Andrew Mullen, que completou o percurso em 1min15s93.
A medalha de ouro nos 100m livre foi a oitava de Daniel Dias nos Jogos Paralímpicos de Rio de Janeiro. O nadador acumula quatro ouros (100m livre S5, 50 livre S5, 50m costas S5 e 200m livre S5), três pratas (4x100m livre 34P, 100m peito SB4 e 4x50m livre 20p) e um bronze (50m borboleta S5).
Outro brasileiro a competir na prova dos 100m livre S5 foi Clodoaldo Silva, que não teve a mesma sorte do compatriota Daniel Dias. O nadador potiguar terminou na oitava e última colocação, com o tempo de 1min20s80. Esta foi a última prova paralímpica de Clodoaldo, que soma seis ouros, seis pratas e dois bronzes na história das Paralimpíadas.
Joana Maria Silva é bronze nos 100m livre S5 feminino – Logo depois de Daniel Dias conquistar a medalha de ouro nos 100m livre S5 masculino foi a vez de Joana Maria Silva cair na piscina para a disputa da prova feminina da categoria. A brasileira teve um bom desempenho e terminou na terceira posição, com o tempo de 1min23s21, garantindo o bronze. O ouro ficou com a chinesa Li Zhang (1min18s85) e prata foi da espanhola Teresa Perales (1min20s47).

A Seleção Brasileira feminina de vôlei sentado fez história neste sábado. As brasileiras derrotaram a equipe da Ucrânia por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/22 e 25/20, e garantiram a inédita medalha de bronze na modalidade.
Apesar do placar elástico no primeiro set, o Brasil enfrentou dificuldades no início da partida, chegando a ficar três pontos atrás das ucranianas. As brasileiras, porém, reagiram e passaram à frente para não mais perderem a liderança, deixando as adversárias atingiram somente o 12º ponto.
As outras duas parciais foram mais equilibradas. O segundo set foi decidido nos detalhes. As duas equipes se alternaram na pontuação, sem abrir grande vantagem. A Ucrânia chegou a ter 20/18, mas o Brasil conseguiu virar e fechar em 25/22, principalmente com a boa atuação do bloqueio.
No terceiro e último set, o equilíbrio também se manteve no começo. O Brasil deslanchou na reta final, conseguindo abrir 17/13 e depois 22/14, com grande aproveitamento nos saques e nos bloqueios. Com a vantagem estabelecida, as brasileiras administraram a dianteira e fecharam o jogo em ponto de Janaína Petit Cunha.

O Brasil segue imbatível no futebol de 5. Neste sábado, o time nacional garantiu o quarto título paralímpico consecutivo ao vencer o Irã por 1 a 0, com gol de Ricardinho. Desde que a modalidade entrou no programa das Paralimpíadas, em Atenas 2004, os brasileiros não ficaram com uma medalha diferente da dourada.
O Brasil começou o jogo de maneira agressiva, empurrando o Irã para o campo de defesa. Com Ricardinho inspirado, os donos da casa obrigaram o goleiro iraniano a trabalhar desde início da partida. Na marca de 12 minutos, os brasileiros abriram o placar, justamente com Ricardinho. O camisa 10 passou por dois marcadores e bateu debaixo das pernas do goleiro.
O Brasil não diminuiu o ritmo depois do gol e seguiu pressionando o adversário. Jefinho quase ampliou instantes depois após bela jogada individual. Aos 20 minutos, Ricardinho fez grande jogada individual e acertou o travessão de Shojaeiyan.
Na etapa final, os brasileiros permaneceram com uma postura ofensiva e tiveram chances de ampliar logo no início, com Nonato e Jefinho. Em desvantagem, o Irã ensaiou uma pressão, mas esbarrava nos desarmes de Cássio e nas defesas de Luan. Com atuação segura, o Brasil administrou o resultado para conquistar mais um título paralímpico do futebol de 5.

O iraniano Bahman Golbarnezhad morreu na tarde deste sábado após sofrer um grave acidente durante a prova de ciclismo de estrada, nesta manhã, no penúltimo dia dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. O atleta de 48 anos caiu com sua bicicleta fora do percurso de 15km nas proximidades da Prainha, no Recreio dos Bandeirante, Zona Oeste da capital fluminense. O asiático, que bateu com a cabeça, foi encaminhado para um hospital na Barra da Tijuca já em estado grave.
A categoria C4-5 é específica para atletas amputados, com potência muscular ou coordenação limitadas, que competem em bicicletas normais. Nessa prova, o brasileiro Lauro Chaman conquistou a medalha de prata.
Na última quarta-feira, Bahman Golbarnezhad disputou a prova de contrarrelógio C4 no mesmo trajeto da competição deste sábado, terminando em 14º lugar.

O Brasil conquistou a medalha de bronze no tênis de mesa feminino, classe 6-10 por equipes, nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. A Seleção superou a Austrália por 2 a 0, com duas vitórias, garantindo a vaga no pódio.
Na partida de duplas, Bruna Alexandre e Danielle Rauen superaram a parceria adversária, formada por Melissa Tapper e Andrea McDonnell. O jogo foi equilibrado, mas as donas da casa se sobressaíram, marcando 3 a 2, com parciais de 11/13, 11/9, 11/4, 11/13 e 11/2.
Depois, Bruna e Tapper voltaram a se enfrentar, desta vez em simples. Sem ceder sets à rival, a brasileira fez 3 a 0 (11/7, 11/9 e 11/8), e garantiu o bronze para a equipe. Danielle Rauen nem precisou atuar novamente.
Com a medalha por equipes, o tênis de mesa do Brasil chegou ao terceiro pódio. Anteriormente, a própria Bruna Alexandre foi bronze no individual classe 10. Além dela, Israel Stroh ficou com a prata, na classe 7.
Ainda neste sábado, os homens também têm a chance de buscar o bronze. Na classe 1-2, a equipe masculina encara a Eslováquia, valendo o terceiro lugar. Iranildo Conceição, Aloisio Lima e Guilherme Marcião serão os representantes do Brasil.

A Seleção Brasileira de rúgbi em cadeira de rodas encerrou sua participação nas Paralimpíadas neste sábado, diante da França. A equipe acabou derrotada por 59 a 54, na disputa pelo sétimo lugar. Assim, terminou a competição em oitavo, na última posição.
O time brasileiro não esteve à frente do placar em nenhum momento, mas fez partida equilibrada nos dois primeiros períodos. Aos poucos, os europeus foram abrindo vantagem, mas sem conseguir desgarrar tanto.
Mesmo assim, o time da casa não teve forças para buscar a virada, encerrando a campanha com quatro derrotas em quatro partidas. Na primeira fase, o Brasil perdeu para Canadá (62 a 48), Austrália (72 a 45) e Grã-Bretanha (52 a 32), ficando em último no grupo A.
As semifinais acontecem ainda neste sábado. Estados Unidos e Canadá disputam uma vaga na final, assim como Austrália e Japão. As decisões do ouro e do bronze acontecem neste domingo, às 9 horas e 12h30 (de Brasília), respectivamente.

Após faturar o bronze na prova contrarrelógio C5, Lauro Cesar Chaman ficou com a prata neste sábado na prova de estrada do ciclismo paralímpico. Figurando na primeira colocação durante a maior parte das disputas, o brasileiro acabou sendo ultrapassado pelo holandês Daniel Abraham já na parte final e cruzou a linha de chegada 38 segundos atrás do adversário. O italiano Andrea Tarlao ficou com o bronze.
Em um circuito de 87 km, os atletas tiveram de percorrer duas voltas de 15km e outras duas de 27km pela região do Pontal, na zona oeste do Rio de Janeiro. Além de Lauro Chaman, Soelito Gohr também representou o Brasil na prova, no entanto, encerrou sua participação com um desempenho mais modesto (14º).
Terminando o percurso em 2h13min46s, Lauro Chaman faturou a 61ª medalha brasileira nessas Paralimpíadas, ajudando a aumentar o recorde de pódios do país em uma edição do torneio. O atleta encerra sua participação com duas medalhas no peito e reforça seu nome como um dos principais da categoria C5. Com apenas 29 anos, ele deverá estar presente nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020, onde terá grandes chances de somar mais medalhas caso mantenha o bom desempenho em cima da “magrela”.

Na final do arremesso de peso nos Jogos Paralímpicos do Rio, o brasileiro Thiago Paulino lançou 13,92m, e terminou a competição em quinto lugar. O atleta chegou a estar na briga por medalha, mas acabou ficando para trás. Ainda assim, ele conseguiu um resultado melhor do que em 2015, quando foi ouro no Parapan, em Toronto.
Após a prova, Paulino afirmou estar se adaptando às novas regras, mas preferiu não lamentar. “Fiquei em sétimo no Mundial, agora em quinto, vamos seguir trabalhando”, disse o paulista, ao Sportv.
A medalha de ouro foi para o chinês Guoshan Wu, com 14,42m. A prata ficou com o polonês Janusz Rokicki, com 14,26m, e o bronze com Javid Ehsani, do Irã, que lançou 14,13m.
Ana Cláudia Silva vai à decisão nos 100m
Ana Cláudia Silva está na final paralímpica dos 100m T42. A brasileira conseguiu tempo de 16s42, terminando no terceiro lugar em sua bateria, e no quarto posto geral. Assim, ela garantiu seu lugar na decisão da prova.
A italiana Martina Caironi fez o melhor tempo, com 14s80. Ainda na frente de Silva, ficaram a alemã Vanessa Low e a também italiana Monica Contrafatto, com 15s76 e 16s20, respectivamente. A decisão acontece ainda neste sábado, às 19h52 (de Brasília).

Mais uma vez, Daniel Dias fez história na natação dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Na noite desta sexta-feira, o brasileiro conquistou o ouro nos 50m costas classe S5, medalha de número 60 do Brasil nas Paralimpíadas do Rio e 22 da sua carreira.
Daniel, que nadou em 35s40, levou o tricampeonato na prova que é uma das suas especialidades. Completando o pódio, o britânico Andrew Mullen ficou com a prata, com 37s94, e o húngaro Zsolt Vereczekei levou o bronze, com 38s92.
Agora, o fenômeno brasileiro está a um pódio de tornar-se o maior medalhista da história da natação nos Jogos Paralímpicos, empatando com o também o australiano Matthew Cowdrey. No Rio, Daniel já havia conquistado ouros nos 200m e 50m livre, prata nos revezamentos 4x50m misto, 4x100m masculino e nos 100m peito, e bronze nos 50m borboleta.
“Amanhã (sábado) a gente tem os 100m livre e o revezamento, quem sabe empatar com ele, seria um feito incrível, mas não tenho pensado muito em números. Penso mais nas provas, o dia a dia, quero aproveitar muito essa torcida amanhã”, disse ao canal Sportv.

Confira aqui o quadro de medalhas.

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