domingo, 18 de setembro de 2016

Confira o último dia e a colocação do Brasil nas Paralimpíadas 2016



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: GAZETA ESPORTIVA Imagem: Divulgação

 


Na última disputa dos Jogos Paralímpicos do Rio, o Brasil não conseguiu ganhar medalhas mais uma vez. Disputando a maratona T54, Aline Rocha ficou longe do pódio e Maria de Fátima Chaves não conseguiu sequer terminar a prova.
Nos quarenta quilômetros da competição mais tradicional do atletismo, Maria de Fática não aguentou o ritmo da prova e logo após o décimo quilômetro sofreu com uma hipertermia e precisou se retirar.
Conseguindo acompanhar as líderes durante os três primeiros trechos da maratona, Aline começou a se distanciar do pelotão na virada do 20º quilômetro. Com o passar da prova, a distância foi aumentando e a brasileira cruzou a linha de chegada 4min17s mais tarde que a chinesa Lihong Zou, medalhista de ouro.
Completando o pódio, duas atletas estadunidenses: Tatyana McFadden com a prata e Amanda McGrory com o bronze. O final de prova foi muito disputado, com oito atletas chegando juntas, com apenas oito segundos diferenciando a primeira da oitava colocada.
A maratona feminina T54 marcou o fim da participação do Time Brasil nos Jogos Paralímpicos, além de encerrar as Paralimpíadas como um todo. Com o bronze de Edneusa de Jesus, o país encerrou sua participação histórica com 72 medalhas, superando em muito os 47 pódios de Pequim 2008 – recorde até então do país.
Agora, a partir das 20h (de Brasília), a Cerimônia de Encerramento decretará o fim oficial do evento, passando a chama paralímpica para os organizadores de Tóquio, sede dos Jogos de 2020.
No Rio, foram 14 medalhas de ouro, 29 de prata e 29 de bronze. A campanha brasileira, contudo, não superou os 21 ouros conquistados em Londres 2012 e nem correspondeu à meta do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que esperava ficar entre os cinco melhores países.

Melhorando ainda mais a campanha brasileira nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, a maratona trouxe mais uma medalha do país. Na maratona feminina T11/12 – para cegos – Edneusa de Jesus foi bronze, enquanto Alex Douglas da Silva não conseguiu completar a competição masculina T46.
Líder da prova na virada dos 10 e dos 15 quilômetros e se posicionando entre os três primeiros até a metade da Maratona, Alex não aguentou o ritmo, passou mal e precisou abandonar a competição no 25º quilômetro após 1h33min59s. A medalha de ouro ficou com o chinês Li Chaoyan.
Já no feminino, Edneusa de Jesus foi muito constante e se manteve entre as três primeiras colocações durante toda a prova. Distante da líder espanhola, a brasileira disputou a segunda colocação com a japonesa Misato Michishta.
Ultrapassada no quilômetro 30, Edneusa manteve o ritmo e garantiu o último pódio brasileiro no Rio 2016, ficando com a medalha de bronze. Elena Congost, da Espanha, ficou com a medalha de ouro após liderar de ponta a ponta e Michishta levou a prata.

Buscando um resultado inédito para o esporte, a Seleção Brasileira de vôlei sentado lutou muito, mas ficou sem a medalha de bronze do Rio 2016. Jogando contra o Egito, os brasileiros foram derrotados por 3 sets a 2 – 28/26, 29/31, 19/25, 25/22 e 15/13 – em uma partida extremamente disputada.
No primeiro set, as duas equipes trocavam pontos e ninguém despontava na liderança até o 6/6. Com bloqueios e boa virada de bola, os egípcios conseguiram abrir cinco pontos de vantagem, mas o Brasil foi bem na reta final e virou oito bolas seguidas para passar à frente na parcial. Dois erros brasileiros no momento decisivo deram a vitória ao Egito por 28 a 26.
Já na segunda parcial nenhuma equipe conseguiu se desgarrar no placar. A seleção egípcia chegou a ter dois set-points, ambos salvos pelo Brasil, que seguiu firme e venceu por 31 a 29, empatando a partida.
Seguindo o mesmo ritmo dos dois primeiros sets, o Brasil conseguiu ligeira liderança na terceira etapa após dois pontos seguidos de Renato de Oliveira, abrindo três de vantagem. Nos momentos decisivos, a seleção cresceu, abriu seis pontos de vantagem e fechou a parcial em 25 a 19 para virar o confronto.
Precisando vencer para se manter vivo na briga pelo bronze, o Egito chegou a abrir 16 a 11, mas pecou muito nos erros e viu o Brasil empatar. Após três pontos seguidos, a equipe fechou em 25 a 22 e deixou a decisão para o tie-break.
Como toda a partida, o quinto set foi jogado ponto a ponto, sem ninguém conseguir abrir uma vantagem sequer. No desempate, foi a vez do Brasil abusar das faltas e ver os adversários decolarem no placar. Com o set mais curto, a seleção não conseguiu buscar a igualdade e foi derrotada por 15 a 13.

Confira aqui o quadro de medalhas.

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