By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: A REDE – Imagem: A Rede
A Sociedade Evangélica Beneficente de Ponta Grossa anunciou
hoje (07) o fechamento do Hospital Evangélico. O hospital, construído na década
de 60, divulgou uma nota oficial onde explica os motivos da interrupção do
atendimento. Segundo as informações, 93% dos atendimentos do HE são realizados
em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado e os valores praticados pelo
governo inviabilizaram o funcionamento do hospital.
Com
isso, a Sociedade que administra o hospital definiu uma interrupção temporária
do atendimento. Segundo a nota, o Evangélico pretende retomar as atividades com
um atendimento de qualidade e voltar a funcionar como uma maternidade de
referência nos Campos Gerais.
Confira a nota na íntegra:
A Sociedade Evangélica Beneficente de Ponta Grossa - SEBPG,
na qualidade de mantenedora do Hospital Evangélico de Ponta Grossa, vem
noticiar o que segue: O Hospital Evangélico de Ponta Grossa teve sua estrutura
construída na década de 60, iniciando suas atividades em meados de 1980
prestando serviço de excelência nesta cidade no âmbito hospitalar na
especialidade de Ginecologia e Obstetrícia como principal maternidade da
cidade, porém ao longo dos anos novas exigências legais e sanitárias foram
regulamentadas e hoje sua estrutura física apresenta-se em discordância com
alguns aspectos atualmente exigidos, necessitando, portanto passar por reformas
e ampliações para que novamente possa ser um serviço de referencia em nossa
cidade. Aliado ao problema estrutural existe um grave problema financeiro.
O
HE, que pertence à Sociedade Evangélica Beneficente de Ponta Grossa sendo a
mesma particular e filantrópica, atua como uma parceira da SESA, recebendo
pacientes do sistema público de saúde. Tal participação tem alcançado um índice
de 93% dos atendimentos. A questão é a de que os baixíssimos valores praticados
pelo governo inviabilizam o funcionamento do hospital nesta situação. A
complementação da renda do HE se faz pelo atendimento de pacientes particulares
e de convênios. Os quais deixaram de procurar a instituição devido a fatos
expostos ao público e maciçamente explorados pela imprensa local. Tal exposição
não trouxe apontamentos para melhorias, somente abalaram a confiabilidade da
instituição perante a sociedade.
Considerando a gama de fatores descritos e o
inevitável colapso total do atendimento, a SEBPG decidiu em Assembléia, pela
interrupção temporária do atendimento. Esta interrupção visa adequar a
estrutura física, modernizar equipamentos e revitalizar a equipe técnica da
instituição, além de negociar formas de incrementar os repasses praticados pelo
governo, buscando o equilíbrio econômico.
Desde o momento em que a instituição
relatou aos órgãos competentes (SESA, Secretaria Municipal de Saúde e
Ministério Público) a gravidade da situação, diversas reuniões foram
realizadas. Em todo o tempo, a SESA se mostrou extremamente solidária à
situação, se comprometendo a viabilizar as reformas e aquisição de
equipamentos, bem como rediscutir os repasses destinados ao HE. Diversas
possibilidades foram e estão sendo discutidas, envolvendo todas as esferas
responsáveis, pois o único objetivo da SEBPG é retomar um atendimento de
qualidade, voltando a ser uma maternidade de referência nos Campos Gerais. Tão
logo se tenha uma definição da situação será repassada à imprensa para ampla
divulgação.
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