By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 – Imagem: Divulgação
As consequências desse desastre ambiental, o maior do país na área de mineração, ainda são incalculáveis. A expectativa agora é saber se vai funcionar a barreira de nove mil metros, feita com boias, para diminuir os estragos do encontro da lama com o mar.
A mancha escura avança pelo Rio Doce e já percorreu quase 600 quilômetros. Agora, apenas 25 quilômetros separam a lama do mar. Neste sábado, a lama chegou ao distrito de Povoação, que é um balneário, mas onde o Rio Doce não deságua no oceano.
Depois de Povoação, vem a última fronteira, o distrito de Regência, onde o encontro da lama com o mar será inevitável. Neste local, há um grande estuário, onde há desova e reprodução de animais aquáticos. Técnicos contratados pela mineradora Samarco já terminaram o trabalho de instalação de boias para tentar diminuir os estragos. Normalmente, elas são usadas para conter vazamento de óleo. A expectativa é que essa barreira funcione também para o rejeito de minério.
Desespero em Colatina
Em Coltatina, os moradores estão enfrentando filas quilométricas para conseguir o básico: água mineral. A distribuição começa às 17h e vai até 22h e conta com a ajuda do Exército e da Polícia Militar.
A captação de água em Colatina, que é feita pelo Rio Doce, está interrompida desde quarta-feira (18), quando a lama vinda do rompimento da barragem em Mariana, chegou à cidade. Segundo o ministro da Integração Nacional, Gilberto Roque, a previsão é que a captação volte ao normal no início da próxima semana.
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