quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Garoto de 12 anos estupra irmã mais nova "para recriar cena" de videogame


By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: UOL Imagem: Divulgação

Um garoto de 12 anos estuprou sua irmã, de 6 anos, porque queria "recriar a cena" de um jogo de videogame, o "Grand Thef Auto", conhecido também como "GTA".
De acordo com o "Independent", o menino teria atacado a irmã na casa em que moravam, com os pais. Os estupros teriam acontecido diversas vezes, enquanto os adultos estavam ausentes -- em outro quarto ou dormindo.
Segundo informações do tribunal, o comportamento do garoto foi desencadeado pelas cenas de sexo no jogo em questão, que tem classificação etária para maiores de 18 anos, segundo o esquema de classificação etária do Pan European Game Information (PEGI).
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Ao juíz, o garoto não teria citado a cena que desejava "reproduzir", mas vale ressaltar que o jogo oferece a possibilidade para que os jogadores se relacionem com prostitutas e realizem diversas ações com elas.
O caso foi descoberto depois que a irmã contou para uma amiga na escola da violência da qual foi vítima. A colega teria então repassado a informação para a professora responsável pela classe.
As duas crianças, que não tiveram seus nomes divulgados por razões legais, compareceram ao tribunal da Juventude de Swindon, na Inglaterra, para depor sobre as três acusações de estupro.
"Ele estava assistindo a atos sexuais em pornografia e queria ver como era para si mesmo", afirmou o promotor Russell Pyne.
Segundo o "Independent", a mãe das crianças estava à beira de lágrimas quando as acusações foram lidas no tribunal, segurando a mão do filho antes que recebesse uma ordem de encaminhamento dentro de 12 meses.
"Nós só queremos fazer as coisas certas e fazer o que é melhor para a segurança das crianças. Minha filha costumava ficar muito triste com tudo isso porque temia que fosse culpa dela, mas ela chegou aos trancos e barrancos. Ela é uma garota muito forte e não há um pingo de tristeza nela agora, estou tão orgulhosa", disse a mãe.
Caso o jovem complete o tratamento no centro terapêutico, fora da cidade onde mora atualmente, as acusações às quais ele se declarou culpado serão removidas de seu registro criminal. Seu nome agora está no registro de criminosos sexuais por dois anos e meio.


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