sábado, 29 de dezembro de 2018

PM excluído por deserção desaparece e casa é encontrada com marca de sangue


By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RIC MAIS Imagem: Divulgação

Rodrigo Lourenço, que atuou no 22º Batalhão da Polícia Militar, em Colombo, está desaparecido. A casa onde ele mora foi encontrada revirada, com manchas de sangue no quarto. Na última vez que falou com ele, a irmã disse que Rodrigo pediu dinheiro. De acordo com a ela, um vídeo enviado do próprio celular do irmão mostra a cena dentro da casa.
Rodrigo Lourenço mora em São José dos Pinhais. Na casa do ex-PM, uma cama manchada de sangue num quarto todo revirado. A casa tem dois quartos. No outro, ficava o homem que dividia a moradia com Rodrigo - um colega de farda, que vamos manter no anonimato.
Segundo a família, eles se conheceram quando ambos estavam presos. Rodrigo respondeu por organização criminosa. Já seu parceiro de casa, por duplo homicídio.
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Os dois foram expulsos em novembro da corporação.
A reportagem da RICTV Curitiba entrou em contato com o ex-PM que mora com Rodrigo, com o número de onde partiu a imagem feita de dentro da casa, segundo a irmã de Rodrigo.
O homem que atende e que não vamos identificar é o ex-PM amigo de Rodrigo. Ele desconversa, diz que está ocupado e pede para ligar mais tarde.
Quem entrou na casa do ex-pm desaparecido e fez as imagens da cama com sangue? Quem era a mulher que atendeu o telefone de onde partiu a gravação? E, ainda, por que ela estava com o outro ex-PM, amigo do desaparecido? Por enquanto, o caso ainda é um mistério investigado pela Polícia Civil.
"Eu não sei o que fazer. Só quero achar meu irmão, com vida. Só isso que eu quero", diz a irmã.
Em nota, a Polícia Militar informa que:
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O 22º batalhão de polícia militar informa que existe um boletim de ocorrência registrado no dia 26 de dezembro deste ano que menciona um endereço que supostamente seria do ex-policial militar, porém as informações coletadas junto às pessoas que estavam no local apontam violação de domicílio. por se tratar desse tipo de situação no local, e por a polícia civil e a criminalística também terem comparecido no local, as informações foram repassadas a estes órgãos para medidas cabíveis.
o ex-militar estadual ingressou na corporação em 2012 e foi excluído em 2018 por deserção, no entanto, respondeu a outras questões disciplinares e criminais enquanto ainda estava na pm.
a investigação está a cargo da polícia civil, pois ele não é mais policial militar e por isso não cabe investigação à corporação militar.
ASSISTA AQUI A REPORTAGEM.


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