quinta-feira, 28 de julho de 2016

Catarinenses se organizam em grupos e esperam ansiosos pela estreia de Pokémon Go no Brasil



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: DIÁRIO CATARINENSE Imagem: Leo Munhoz (Agencia RBS)

Eles estão chegando e logo tomarão conta do Brasil também. Não, não é o anúncio de uma invasão alienígena ou zumbi. São os pokémons que deixaram os limites do desenho animado para invadir a realidade aumentada das telas dos smartphones de todo o mundo. A estreia do jogo que traz de volta os simpáticos bichinhos da década de 90 é esperada para esta quinta-feira no Brasil e movimenta catarinenses nas redes sociais onde trocam informações e se organizam para sair às ruas.

Eles estão ansiosos e sedentos para baixar o aplicativo nos celulares, capturar pokémons com as pokebolas, treinar, batalhar e evoluir seus personagens. Vale ressaltar que a data não é oficial e segue apenas a expectativa dos usuários e informações colhidas na internet e redes sociais, onde as pessoas já se organizam em grupos e dividem detalhes e ansiedade.
— A expectativa é grande. O jogo tem um apelo interativo muito grande e muita gente procurando informações — diz o estudante e microempreendedor Lucas Knoll, de 17 anos.
Se quem está se sentindo de outro mundo é você, que ainda não tem ideia do que é esse assunto, calma. Acontece que neste mês foi lançado (já disponível em 26 países) o jogo Pokémon Go. Onde os usuários têm uma experiência de realidade aumentada e saem pelas ruas à procura dos monstrinhos japoneses, cujo mais famoso se chama Pikachu.
O jogo usa o sistema de GPS e dados de internet para colocar pokémons em uma mapa real, que aparece virtualmente com a imagem do animal na tela do celular. O jogador sairá à rua com o dispositivo em mãos seguindo pistas e informações para encontrar os bichos. Além de buscar seus próprios monstrinhos nos lugares mais diversos e evoluí-los, ainda é possível treinar e batalhar em ginásios (locais aleatórios escolhidos pelo jogo como pontos de batalha).

Lucas Knoll criou um grupo no Facebook para reunir informações e pessoas interessadas no jogo. Em uma semana, o espaço virtual já contava com 200 inscritos que se informavam e postavam detalhes sobre dicas e lançamento.
— Já vimos que os servidores no Brasil estão prontos, mas ainda não disponíveis. O lançamento deve ser logo — avalia.
Os grupos também servem para organizar caçadas assim que o aplicativo estiver liberado. Knoll criou um evento para reunir diversos treinadores de pokémons em Florianópolis, no próximo sábado.
Fãs e nem tão fãs na expectativa
O fisioterapeuta Jonathan Elias Welter, 28 anos, assistia ao desenho animado, jogava Pokemon em cards e era fã da saga. Há três meses vive a ansiedade da estreia do jogo enquanto pesquisa informações e assiste vídeos de pessoas capturando os monstrinhos ao redor do mundo.
— Agora será real. Vamos poder sair e capturar. Já estamos nos organizando em times — relata.
Welter faz parte de um outro grupo no Facebook, criado pelo estudante de Educação Física Bruno Müller, com a mesma finalidade do de Knoll. Os amigos se organizaram para ficar no mesmo time do jogo e assim poderem se ajudar com mais frequência. Müller não era um fã de carteirinha da saga, ainda assim está empolgado com o lançamento.
— A verdade é que se trata de um jogo bom, com realidade aumentada, em que há uma enorme interatividade e fará as pessoas saírem às ruas para jogar. Isso é fantástico! — avalia.
O empresário André Marcheto, 27 anos, além de fã de Pokémon tem motivos econômicos para estar ansioso pela estreia. No Bits PUB, bar voltado para a cultura de games, série e filmes em Florianópolis, Marcheto espera reunir jogadores e também comprar itens para transformar o lugar em ponto de concentração dos bichinhos.
— Há uma preocupação quanto a segurança das ruas. As pessoas irão caminhar com os aparelhos em mão e podem se colocar em situações de risco — destaca Marcheto.
Quando for liberado no Brasil, o game estará disponível nos links abaixo:
Clique aqui para baixar em smartphones com Android (versão 4.4 ou superior)
Clique aqui para baixar para o iPhone (iOS 8.0 ou superior) 
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